Ibrafe: Preços do feijão continuam estáveis
O Conselho Brasileiro de Feijão e Pulses (CBFP) e o IBRAFE se reunirão hoje com a CONAB para discutir a gestão nacional do abastecimento de Feijão. O presidente da CONAB, Edegar Pretto, tem se mostrado aberto a sugestões que possam impactar no abastecimento do alimento básico. Um tema importante é: de que Feijões estamos falando? Para isso, a CONAB e o IBGE precisam levantar qual a área e a produção de todos os Feijões, como o vermelho, separados, o pequeno e o grande, pois tem volumes crescentes e diferentes mercados, Cranberry e Rajado, Mungo, Adzuki, Gurutuba e Caupi Fradinho, pelo menos estes que têm tido maior relevância e exportação de volumes crescentes.
O Feijão tem sido recorrentemente apontado como vilão da inflação, especialmente no início do atual governo, quando os preços atingiram recordes. A administração federal tem demonstrado preocupação com o tema.
Especialistas acreditam que o mercado se ajusta melhor por meio da oferta e demanda, exceto em momentos de desequilíbrio na valorização das commodities, como nos últimos três anos. No entanto, há um consenso interno no governo sobre a necessidade de estoques públicos.
Uma das sugestões é que a agricultura familiar foque em Feijões mais caros, viabilizando o investimento em núcleos familiares espalhados pelo Brasil. Esses núcleos poderiam fornecer volume para iniciativas de merenda escolar e atender à demanda dos grandes centros em mercados municipais e lojas gourmet.
O CBFP e o IBRAFE pretendem apresentar planos para uma campanha perene de aumento do consumo de Feijão pelos brasileiros. A campanha terá como apelo a necessidade indiscutível do alimento para a manutenção da saúde pública e envolverá ministérios como o do Combate à Fome, da Agricultura, da Educação, da Saúde e da Fazenda.
No mercado, os preços continuam estáveis: R$ 200 ao produtor em Goiás e R$ 220 em Minas Gerais.
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