Eficiência do refúgio pode ser maior com a preservação dos inimigos naturais
O Doutor em Entomologia e professor da Esalq-USP, Celso Omoto, destaca a necessidade de realizar refúgio e não realizar seleção das pragas resistentes que poderiam ajudar na seleção e na manutenção da tecnologia da área convencional por mais tempo.
O professor lembra que essa é uma das estratégias para retardar a resistência de pragas e que o refúgio, por sua vez, deve ser uma área manejada diferente do cultivo convencional. Atualmente, muitos produtores utilizam fungicidas em grande quantidade no refúgio.
Assim, várias tecnologias podem ser perdidas porque o manejo adequado não é feito. "Temos que preservar as tecnologias no presente para não perder os benefícios dessas tecnologias", diz o professor.
Ele aponta que a Helicoverpa, por exemplo, já veio com gene de resistência dos países de origem, mas que há produtos com novos mecanismos, como o benzoato, que são alternativas interessantes para o produtor. Mais uma vez, o manejo adequado essencial entra para prolongar a vida desses produtos.
Omoto defende, ainda, táticas de incentivo para os produtores que realizarem as medidas corretas no manejo, não trabalhando apenas com penalidade.
Ele destaca, por fim, a importância do IV Simpósio Agroestratégico da Aprosoja como um dos eventos importantes de ação conjunta para combater o problema.
0 comentário

Campos Neto diz ter sido contra pedidos de governos Bolsonaro e Lula para união monetária entre Brasil e Argentina

Trump diz que imporá tarifas de 10% sobre todas as importações, com taxas mais altas para alguns países

Preço do cacau sobe para máxima de 4 semanas na ICE

Setor de máquinas brasileiro sofrerá impacto moderado de tarifas de Trump, diz Abimaq

Insegurança política e jurídica deve ser vencida na decisão de boas lideranças, argumenta Alceu Moreira

Conexão USA - Internacionalização no Agro: o caminho para crescer, também, fora do BR