Açúcar passa a cair em NY e Londres nesta tarde de 3ª com pressão do financeiro
Os contratos futuros do açúcar tinham queda leve nas bolsas de Nova York e Londres nesta tarde de terça-feira (06). O mercado do adoçante repercute as oscilações do financeiro, mas ainda está atento para as informações de demanda aquecida.
Por volta das 12h47 (horário de Brasília), o açúcar do tipo bruto tinha desvalorização de 0,36% no principal contrato na Bolsa de Nova York (ICE Futures US), a 19,48 cents/lb. Já no terminal de Londres, o tipo branco caía 0,58%, a US$ 536,00 a tonelada.
Depois de iniciar o dia com leves altas, os preços do açúcar passaram a cair nas bolsas de Nova York e Londres nesta tarde de terça-feira. O petróleo perdia mais de 1% e contribuía para a desvalorização no mercado externo do adoçante.
De acordo com a agência de notícias Reuters, o dólar norte-americano se mantém forte e a incerteza econômica compensa o impacto otimista de um teto de preço imposto ao petróleo russo e as perspectivas de um aumento na demanda na China.
O Centro-Sul do Brasil produz açúcar ou etanol, um biocombustível derivado da cana-de-açúcar. Por isso os preços do petróleo impactam no adoçante.
Por outro lado, segue atenção para a demanda aquecida pelo açúcar. A Índia, segundo maior exportador mundial de açúcar, pode ter apenas 1 milhão de toneladas de açúcar a ser exportado dentro da sua cota, segundo notícia da Reuters divulgada na véspera.
Também há relatos de impacto na colheita da Tailândia, outro importante exportador, por conta das chuvas.
No Brasil, as exportações de açúcar totalizaram 4,07 milhões de toneladas no último mês de novembro, 53% a mais do que no mesmo mês do ano passado, e o maior volume embarcado em todo o ano. O faturamento foi de mais de R$ 1 bilhão.
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