Demanda pelo biocombustível nos EUA cairá
O diretor global da divisão de análises do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA, na sigla em inglês), Michael Dwyer, afirmou ontem que a demanda dos Estados Unidos por etanol, atualmente na casa de 50 bilhões de litros, deve recuar nos próximos dez anos para 45,6 bilhões. A inserção de outras fontes limpas de energia nos transportes, tais como veículos movidos à eletricidade, explica a retração.
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Liones Severo Porto Alegre - RS
Sempre vendem essas estorias bobas para nós. Acabo de receber um balanço da produção, que aumenta a cada mês. Nem poderá haver retrocesso na produção de Etanol porque existe uma forte demanda pelo DDGS para alimentar o gado e, principalmente para a exportação. Somente a China importa cerca de 6.0 milhões de toneladas...
Sr. Liones, não sei se estou errado, pois meu horizonte é restrito, mas segundo algumas fontes, o EUA produz mais de 20 bilhões de litros de álcool a partir do milho. A energia térmica para a destilação do álcool é obtida com a queima das fezes dos bovinos confinados.
As plantas para a produção de álcool foram instaladas perto dos confinamentos e produção do milho. Acho que os americanos não são como nós, que construímos "elefantes brancos".
Paulo, sim, você tem razão, o padrão de etanol dos EUA tem muito mais fundamentação no livre mercado que o nossa matriz canavieira, que sempre foi um antro de crony capitalismo (patrimonialismo estatista, bolsa BNDES).
Mas mesmo assim com o petroleo em baixa por la em funçao das novas reservas e do boom do xisto, a concorrencia apertou sobre o etanol por la também.
Dito isto, a população também desconfia do etanol em função da ideologia socialista por de tras do combustivel. Al gore e cia são muito mal vistos por boa parte dos americanos, como qualquer um dos nossos eco terroristas é vista com muitas reservas por quem trabalha aqui no Brasil.
Sr. Guilherme, o setor sucroalcooleiro tem sofrido muitas mudanças ultimamente. Quando o Lula convidou o Bush para vir ao BraZil e lançar a perspectiva do álcool se transformar numa commodity, houve muitas fusões e aquisições de unidades fabris e, vários projetos de construção de novas unidades. Com a mudança da política governamental, priorizando o pré-sal e controlando os preços dos combustíveis para segurar a inflação, o setor foi à bancarrota.
As operações de colheita e industrialização da cana-de-açúcar, é como a laranja, demanda um alto capital de giro. Quando a empresa está descapitalizada, inviabiliza o bom andamento das operações, que comprometem a alcançarem o "custo marginal", com isto o lucro fica mais distante.
Acho que devem existirem mecanismos que deem suporte aos setores produtivos brasileiros.
MAIS EFICIÊNCIA, MENOS POLITICAGEM !!!