Soja: Clima se mostra favorável à colheita do grão em Mato Grosso
Apesar de tímida, a colheita de soja em Mato Grosso já começou e o clima está favorável aos trabalhos no campo. Com dias ensolarados e chuvas apenas entre o fim da tarde e a noite, os produtores que apostaram nas variedades precoces avançam com as colhedeiras sem maiores problemas. De acordo com a previsão da Somar Meteorologia, até o dia 21 de janeiro vai chover cerca de 40mm em Sorriso, valor que corresponde a 10% da média para todo o mês.
Em janeiro de 2014, a cidade, que é a maior produtora de soja no mundo, enfrentou problemas na colheita de soja. O volume de chuva naquele mês ficou abaixo da média, mas os temporais se concentraram a partir do dia 23, quando o número de lavouras prontas para serem colhidas havia aumentado.
Apesar da perspectiva de clima favorável para a colheita da soja e plantio do safrinha em Mato Grosso neste mês, isso não deve beneficiar boa parte dos produtores. Isso porque segundo o IMEA (Instituto Mato-Grossense de Economia Agrícola) mostra que menos de 6% das lavouras serão colhidas até o fim de janeiro e que entre a segunda quinzena de fevereiro e a primeira quinzena de março é colhido o maior volume de soja no Estado, cerca de 66%.
Justamente neste período entre fevereiro e março é que as chuvas ganham força em Mato Grosso. O aumento na quantidade de água pode paralisar em alguns dias a colheita da soja, mas pelo menos, os meteorologistas da Somar Meteorologia dizem que o período chuvoso e o acumulado de chuva não serão extremos como em 2014, o que deve diminuir os problemas e as perdas.
0 comentário

Soja realiza lucros em Chicago nesta 4ª feira, atento aos desdobramentos do tarifaço de Trump

Soja ameniza perdas em Chicago com óleo voltando a subir forte na tarde desta 4ª

USDA informa nova venda de farelo de soja nesta 4ª feira (2)

Após máximas em um mês, soja realiza lucros em Chicago na 4ª feira do tarifaço de Trump

Atrasos em barcaças com soja no Paraguai afetam esmagadoras na Argentina

Soja dispara quase 2% em Chicago acompanhando ganhos fortes do óleo; no BR, poucas mudanças