Milho/Cepea: Queda externa e colheita no BR pressionam cotações
Os preços do milho iniciaram a semana passada em alta, mas voltaram a recuar no encerramento do período. Segundo pesquisadores do Cepea, no começo da semana, as cotações foram sustentadas pela alta nos valores externos, que, por sua vez, subiram diante de preocupações com o clima quente e seco nos Estados Unidos, que poderia atrapalhar o desenvolvimento das lavouras. Já a divulgação de dados de oferta e demanda do Estados Unidos voltou a pressionar as cotações internacionais e, consequentemente, brasileiras. E as quedas internas acabaram sendo acentuadas pelo bom ritmo da colheita de segunda safra, que fez com que produtores estivessem mais flexíveis nas negociações, especialmente os do Centro-Oeste, onde as atividades estão mais intensas. Do lado dos consumidores, muitos se mostram abastecidos ou no aguardo de recebimento de lotes adquiridos antecipadamente. Diante disso, as negociações seguem limitadas no spot.
0 comentário

Demanda por milho no Brasil avança em 2025 e maior importação pelo país é provável, diz Rabobank

Em Chicago, cotações futuras do milho seguem acompanhando às tarifas recíprocas e trabalham em campo misto

Radar Investimentos: preços do milho seguem sustentados no mercado físico

Milho da Ucrânia pode se beneficiar de tarifas dos EUA, diz analista

Ataques de cigarrinha e pulgão do milho explodem em lavouras em todo o Brasil e exigem revisão do manejo

Milho se destaca entre baixa geral das agrícolas e fecha 5ª feira estável na Bolsa de Chicago