Com proximidade das taxações dos EUA à China, milho despenca até 11,5 pontos em Chicago
As fortes pressões sobre o milho nesta quarta-feira (14) na Bolsa de Chicago (CBOT) não vêm senão da posição da administração dos Estados Unidos em anunciar amanhã as tarifas que serão impostas à China. De raspão, também tem as boas condições das lavouras americanas.
Os contratos caem fortemente, de 11,25 a 11,5 pontos: julho US$ 3,64, setembro US$ 3,74 e dezembro US$ 3,85, ao redor das 11h50.
Apesar da melhora das relações de Donald Trump com os chineses, o mercado espera sanções que podem alcançar R$ 50 bilhões, o que levaria a retaliações, com as commodities sendo as mais prejudicadas.
A visão do Farm Futures é a mesma de Camilo Motter, analsita da Granoeste Corretora, diante do “aprofundamento das tensões”.
Ele também acredita que as quedas na primeira parte da sessão em Chicago é com o milho perde suporte de alta com as condições boas das lavouras nas principais regiões produtoras, bem como o pequeno recuo das exportações do país.
BM&F Bovespa
Com o dólar em leve alta por volta das 11h50 - 0,06% - os vencimentos na bolsa de São Paulo estão menores, com o setembro em 0,59%, R$ 37,13, e o novembro em 0,51%, R$ 39,00.
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