Ibrafe: Mercado de Feijão segue estável
O mercado de Feijão segue estável, com uma oferta abundante. Diariamente, Feijões danificados pelas chuvas são comercializados em estados como Paraná, Minas Gerais, Goiás, Bahia, São Paulo e Mato Grosso. O maior preço registrado foi de R$ 240, no interior de São Paulo. No entanto, a percepção geral é de menor consumo e redução na movimentação de cargas.
Durante boa parte do ano, o setor Feijoeiro foca nos plantios e colheitas. Porém, em momentos como o atual, com o mercado mais tranquilo, surge a oportunidade de refletir sobre como podemos aumentar o consumo de Feijões no Brasil. Se você tiver alguma sugestão, ela será muito bem-vinda no IBRAFE. Estamos analisando alternativas para, pela primeira vez, reagir aos impactos negativos que notícias e tendências atuais vêm causando no consumo, não apenas de Feijão, mas também do prato tradicional brasileiro composto por Arroz, Feijão, Salada, Verduras e Proteína.
Diversos estudos lançados anualmente apontam para uma queda contínua no consumo de Feijão e Arroz, acompanhada de uma deterioração na saúde da população. Apesar disso, parece que as ações governamentais têm sido insuficientes para enfrentar o problema. Enquanto isso, campanhas milionárias promovem fast food, utilizando personagens conhecidos para atrair o público jovem, o que reforça hábitos alimentares pouco saudáveis. Essa "lavagem cerebral", somada ao abandono de atividades físicas, compromete a saúde pública, resultando em impactos significativos na saúde física e mental do brasileiro.
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