CDIAL Halal prevê crescimento de 100% na certificação de empresas de carne bovina em 2023
Depois de um ano promissor, com crescimento de 100% na certificação halal para o segmento da agricultura, quando comparado a 2021, a CDIAL Halal está otimista em relação a 2023. A expectativa da certificadora é de que, neste ano que está começando, as certificações voltadas às empresas de bovinos cresçam em torno 100%, sendo que o setor de proteína animal, como um todo, tem previsão de crescimento em torno de 15% a 20%.
Em 2022, das mais de 60 empresas certificadas pela CDIAL Halal, 30 pertenciam ao agronegócio geral e 10 eram do segmento de proteína animal. Esse número foi alavancado especialmente pelas empresas de frangos, tendo em vista que o Brasil segue consolidado como o maior exportador de carne de frango halal do mundo. Porém, em 2022, já começou a ser visto um movimento importante, o aumento considerável de empresas buscando a certificação para bovinos e peixes.
“O Brasil tem enorme potencial para atender aos consumidores que seguem a religião islâmica também com outras proteínas, dentre elas, a bovina, tendo em vista capacidade produtiva, qualidade e preço competitivo do produto brasileiro. E este é um mercado promissor que as empresas brasileiras ainda podem explorar muito: hoje, a população muçulmana está em torno de 1,8 bilhão de pessoas e a expectativa é de que sejamos um terço da população nos próximos 10 anos, com um mercado que prevê faturamento global de US$ 11,2 trilhões em 2028”, ressalta o diretor de Operações, Ahmad M. Saifi.
Exportação derivados bovinos – Dados compilados pelo Departamento de Inteligência de Mercado da Câmara de Comércio Árabe-Brasileira mostram que as exportações totais de carne bovina em 2022 cresceram 41,5% em receita e 23,27% no volume, quando comparado a 2021, sendo as maiores da série histórica no país. No período, o Brasil obteve uma receita de US$ 12.865,70 bilhões e movimentou 2.236,06 milhões de toneladas. Já o exportado para os países os árabes em 2022 contabilizaram US$ 1.044,69 bilhão (+13,55%) em receita e volume de 273,21 mil toneladas (+10,53%).
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