CNA discute implicações da mancha-alvo na soja e no algodão
A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) participou, na quinta (7), de uma reunião para tratar dos desafios causados pela mancha-alvo (Corynespora cassiicola) nos sistemas de cultivo de soja e algodão.
O evento contou com a presença do assessor técnico da CNA, Tiago Pereira, de representantes da Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura (SDA/Mapa), Embrapa, entidades de pesquisa e do setor agrícola.
Durante a reunião, foram discutidos os desafios trazidos por essa doença, que se tornou uma das principais ameaças aos cultivos comerciais. As principais questões abordadas foram a suscetibilidade da maioria das cultivares disponíveis e as dificuldades em implementar mudanças robustas no sistema de produção, como a rotação de culturas em grande escala.
De acordo com Pereira, outro ponto de preocupação é a limitação de princípios ativos fungicidas eficazes para o controle da mancha-alvo, com uma pressão crescente sobre o uso de protioconazol. A possibilidade de resistência do fungo aos fungicidas triazóis também foi considerada uma ameaça séria, que poderia fragilizar as estratégias de controle existentes.
Nos encaminhamentos, foi sugerido que o Mapa adote medidas para acelerar o registro de produtos contra a mancha-alvo. Segundo Pereira "foram mapeados 64 produtos, inclusive com ingrediente ativo inédito, que possuem indicação para mancha-alvo e que são necessários para o manejo da doença, mas que estão na fila de registro".
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