Desempenho do frango vivo em outubro e nos 10 primeiros meses de 2016
O frango vivo comercializado no interior paulista fechou outubro completando 62 dias com o preço inalterado em R$3,10/kg, praticamente a mesma situação registrada em Minas Gerais, onde a cotação de R$3,30/kg atingiu 64 dias de estabilidade.
Mas o que, em ocasiões anteriores, era decorrência de equilíbrio entre oferta e procura, desta vez tem uma leitura diferente. Pois a longeva cotação tem sido aplicada, quase exclusivamente, ao frango vivo cuja produção foi pré-acertada com os abatedouros. Ou seja: produto sem prévia destinação definida se sujeita aos humores do dia ou, traduzindo, a vendas por valores bem inferiores.
Isso vem ocorrendo desde que os abatedouros, empresas integradas na maioria, colocaram em segundo plano fator que, até recentemente, era considerado primordial na atividade: a plena utilização da capacidade de abate. O que significou operar apenas com a produção própria e implicou em recorrer minimamente ao mercado disponível de aves vivas.
Como resultado, o mercado paulista do frango vivo vai, paulatinamente, deixando de ser o referencial de outrora - como já aconteceu na Região Sul do País e vem se estendendo para a Região Sudeste. Ainda assim, continua a balizar praticamente todo o mercado interno do frango brasileiro.
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