Dados fracos da atividade econômica reduzem otimismo sobre 2017
Os sinais de queda persistente da atividade econômica brasileira preocupam analistas, que temem que a recuperação no ano que vem seja mais fraca do que o esperado ou, num cenário extremo, nem se materialize.
Indicadores positivos verificados no primeiro semestre, como retomada da atividade industrial, leve expansão do investimento e aumento da confiança em relação ao futuro, alimentavam, até dois meses atrás, projeções de que o país sairia da recessão ainda neste ano.
Mas essa tendência foi interrompida com a divulgação de dados mais fracos que o esperado referentes ao terceiro trimestre, o que levou a novas apostas de que a volta do crescimento ficaria para 2017.
Recentemente, o cenário piorou ainda mais, com os sinais de que a debilidade econômica persiste nestes últimos meses do ano.
"Foi uma primavera que não deu em verão. Voltamos diretamente para o inverno", diz Alberto Ramos, diretor de pesquisas econômicas para América Latina do banco americano Goldman Sachs.
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