Comercialização da safra de milho 2021 está próxima de atingir 100% no Mato Grosso do Sul

Publicado em 04/08/2022 14:43

A Aprosoja/MS divulgou na última semana de julho, a atualização do Resumo Mensal do Preço x Comercialização do milho no estado. O informativo apontou que 97,80%, da safra de 2021 foi comercializada com preço médio de R$ 69,32/sc, até julho.

A negociação da safra 2021 iniciou em junho de 2020, com comercialização de 10,15%, ao preço de R$ 36,25/sc, e está sendo marcada pela oscilação do valor da saca, que em maio do ano passado custou R$ 88,42, com 38% no acumulado. 

O presidente da Aprosoja/MS, André Dobashi, explica que “A redução do preço da saca do grão nesta reta final da comercialização da safra 2021 é justificada pelo aumento da oferta, uma vez que o estado está avançando na colheita da segunda safra. Isso faz com que o produtor fique na expectativa do melhor momento para comercialização de sua produção”.

Já as negociações da safra 2022 tiveram início prévio em julho de 2021, com comercialização de 7%, ao preço de R$ 78,37/sc. O mês de julho deste ano, apresentou preço de R$69,32/sc, e queda de trinta pontos percentuais na comercialização, quando comparado com o mesmo período do ano anterior.  O preço médio da comercialização é de R$ 77,22, até o momento.

Fonte: Aprosoja MS

NOTÍCIAS RELACIONADAS

Pesquisa do IAC mostra que monitoramento climático contribui para a previsão e controle de pragas no milho Pesquisa do IAC mostra que monitoramento climático contribui para a previsão e controle de pragas no milho
Milho cai mais de 1% na B3 nesta tarde de 4ª, com mercado ainda muito volátil de olho na safrinha Milho cai mais de 1% na B3 nesta tarde de 4ª, com mercado ainda muito volátil de olho na safrinha
Consequências do plantio tardio, falta de chuva e ataque de lagartas preocupam produtividade do milho
Milho dá sequência às altas em Chicago e encerra o dia com mais de 1% de alta; B3 acompanha
Condição da 2ª safra de milho do Paraná tem piora, diz Deral
Cigarrinha-do-milho: monitoramento aponta baixa infecção bacteriana